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  • Ressonância Magnética

    A Ressonância Magnética é um dos mais significativos avanços do século no que diz respeito a diagnósticos médicos por imagem. Permite imagens em duas ou três dimensões, de qualquer parte do corpo. Sob efeito de um potente campo magnético, prótons do corpo humano sãosensibilizados de maneira uniforme, principalmente os presentes nos átomos de Hidrogênio (a água perfaz 69% do volume corporal).

    Em seguida um campo magnético oscilatório (rádio frequência) é emitido, obedecendo o ritmo desses prótons (em ressonância com esses) que, uma vez cessado, “devolve” a energia absorvida nesse processo, permitindo a formação da imagem através da decodificação de sinais por computadores. As imagens produzidas são de alta resolução. Além de não irradiar o paciente, pois não utiliza o Raio X, método disponível e mais difundido até há pouco, a Ressonância Magnética na medicina contemporânea, tornou-se um dos métodos mais estudados nos grandes centro médicos mundiais.

    Não causa qualquer desconforto ao paciente, sendo necessário apenas que se permaneça imóvel durante o exame. Não apresenta contra indicações, exceto a portadores de marca-passos cardíacos e materiais metálicos (clips metálicos e outros) que possam sofrer indução eletromagnética.

  • Tomografia Multislice

    É um método de diagnóstico por imagem, onde são geradas finas fatias das regiões anatômicas através de aquisição volumétrica e sequencial, possibilitando uma avaliação mais segura e precisa, com qualidade significativamente superior às tomografias convencionais e helicoidais.

    Qual a diferença entre a Tomografia Helicoidal e a Tomografia Multislice?

    As diferenças básicas são:

    a) número de cortes obtidos por segundo. Na Tomografia Helicoidal, normalmente é gerada uma imagem a cada segundo, já na Tomografia Multislice a cada segundo são gerados vários cortes. O número de cortes por segundo dependerá do número de detectores do aparelho.

    b) tempo de exame: como são obtidas várias imagens por segundo o tempo de estudo é muitas vezes menor.

    c) qualidade da imagem: as imagens são adquiridas num plano de corte e podem ser reformatadas em qualquer plano, permitindo reconstruções tridimensionais graças à tecnologia Multislice.

    Quais são suas aplicações clínicas?

    As aplicações clínicas são idênticas às das Tomografias Helicoidais, acrescendo-se estudos dinâmicos como tomografias das artérias do coração, estudos de endoscopia virtual, angiotomografia da aorta e dos membros.

    Todos podem realizar este exame?

    Sim, com exceção de pacientes grávidas e há casos que depende de avaliação médica para o uso de contraste.

  • Mamografia Digital

    Em breve.

  • Mamotomia

    Em breve.

  • Densitometria Óssea

    A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

    Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição à radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

    As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a bacia e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

    Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e consequente predição do índice de fratura óssea.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo.

    É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

    O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada.

  • Ultrassonografia 3D

    A Plani já está realizando exames ultrassonográficos com a nova tecnologia 3D e conta hoje com o mais moderno equipamento em tempo real – 4D.

    Na ultrassonografias 3D, em 3 dimensões, método recentemente introduzido na prática médica, o aparelho armazena um certo volume de imagens do feto e posteriormente estas informações são processadas e analisadas.

    Seus recursos possibilitam a visualização da superfície do feto, tornando possível a produção de uma imagem bastante semelhante a uma foto do feto. Por isso o método tem se revelado útil no estudo da anatomia fetal, permitindo uma melhor avaliação das características e relações espaciais entre as partes fetais.

    Algumas vantagens do Ultrassom 3D

    • O arquivamento de dados digitalizados para revisão posterior;
    • Manipulação interativa dos dados, de modo a obter ângulos de visão não possíveis em real-time;
    • Demonstração da anatomia fetal com imagens mais realistas, de mais fácil compreensão para não especialistas;
    • Possível aumento do vínculo emocional materno-fetal;
    • Maior avaliação da extensão e localização de mal formações fetais.

    Histórico

    A primeira aplicação da ultrassonografia na medicina ocorreu em 1942. O que se via na tela então eram traços produzidos por ondas sonoras emitidas pelo aparelho.

    Com a evolução do exame, foi possível obter fotos em duas dimensões, e o avanço tecnológico na área da informática permitiu que as imagens pudessem ser mostradas de forma mais rápida. Recentemente, a tecnologia incorporou a ultrassonografia tridimensional, que representou significativo avanço na avaliação fetal. Do ponto de vista estético, as melhores idades gestacionais para se realizar o exame, estão entre 10 e 12 semanas (2 e 3 meses) e 21 e 28 semanas (5 e 7 meses).

  • Elastografia

    Em breve.

  • Radiologia Digital

    O que é exame radiológico ou radiografia?

    É um exame de diagnóstico médico por imagem que tem como finalidade “tirar uma fotografia” de determinado ponto do corpo humano. Com o resultado desse exame, o médico passa a ter elementos para que, apoiado no exame clínico, possa fazer o melhor diagnóstico e propor o tratamento mais adequado para cada patologia.

    Quais os tipos de radiologia ou radiografia existentes?

    Nós contamos com a radiologia convencional e, mais recentemente, passamos a dispor da radiologia digital. Esta última constitui um avanço significativo em relação à radiografia tradicional.

    Qual a diferença entre ambas?

    No equipamento tradicional o estudo é obtido da sensibilização de um filme comum por meio de raios-X. Na radiologia digital, o filme convencional é substituído por uma película especial, sensível aos raios-X, que é lida por equipamento moderno de computação, o que proporciona uma imagem de alta resolução.

    Qual a principal vantagem da radiologia digital sobre a convencional?

    A principal vantagem é a obtenção de imagens de melhor qualidade, o que proporciona maior sensibilidade na detecção de patologias. A radiologia digital é processada em uma estação de trabalho computadorizada, onde temos a possibilidade de processá-la com o uso de sofisticadas técnicas. Com isso temos ainda a possibilidade de fazermos diagnósticos cada vez mais precoces.

    Alguma outra vantagem pode ser destacada?

    A radiologia digital possibilita a diminuição da repetição dos exames a que comumente o paciente está sujeito com a técnica tradicional. Com isso, diminui-se a frequência de sua exposição à radiação ionizante. Outra vantagem é que sendo o processo totalmente digital nos permite disponibilizar os exames em CDs, facilitando o arquivamento das imagens para consultas necessárias.

  • Tomografia Multislice Coronariana

    Em breve.

  • Medicina Nuclear

    A Medicina Nuclear é uma especialidade que utiliza isótopos radioativos para o diagnóstico e tratamento das doenças. Por meio da administração dessas medicações (por via oral ou injetável), pode-se verificar a função de diferentes órgãos e sistemas do corpo, além de detectar e tratar alguns tipos de tumores.

    Relação dos exames:

    • PET CT
    • Cintilografia Miocárdica
    • Cintilografia Sincronizada das Câmeras Cardíacas
    • Cintilografia para Pesquisa de Hemorragia Digestiva ativa e não ativa
    • Cintilografia das Glândulas Salivares (Parótidas)
    • Cintilografia para Pesquisa de Divertículo de Meckel
    • Cintilografia do Fígado e Vias Biliares (DISIDA)
    • Cintilografia do Fígado e Baço (colóide)
    • Cintilografia do Fígado e Baço para Pesquisa de Baço Acessório
    • Cintilografia do Fígado para Pesquisa de Hemangioma
    • Cintilografia para Estudo de Trânsito Esofágico
    • Cintilografia para Pesquisa de Refluxo Gastroesofágico
    • Cintilografia para Detecção de Aspiração Pulmonar
    • Cintilografia para Determinação do tempo de Esvaziamento Gástrico
    • Cintilografia da Tireóide
    • Cintilografia das Paratireóides
    • Cintilografia de corpo Inteiro para Pesquisa de Metástase (PCI com Iodo 131)
    • Cintilografia de corpo Inteiro (PCI Iodo 131) Pós Dose Terapêutica
    • Cintilografia de corpo Inteiro com Thyrogen
    • Tratamento Ambulatorial com Iodo-131 para Hipertireoidismo
    • Cintilografia Renal Estática (DMSA)
    • Cintilografia Renal Dinâmica com ou sem diurético (DTPA)
    • Cintilografia Renal Dinâmica com Captopril
    • Cistocintilografia Direta e Indireta
    • Cintilografia Testicular ou Escrotal
    • Cintilografia de Perfusão Cerebral (SPECT cerebral)
    • Cintilografia Cerebral com Tálio-201 ou MIBI-99mTc
    • Cintilografia de Inalação e Perfusão Pulmonar e Quantificação de “Shunt” Pulmonar
    • Cintilografia Óssea
    • Cintilografia com MIBG – Iodo-131
    • Cintilografia com Análogo de Somatostatina (Octreotídeo)
    • Cintilografia de Corpo Inteiro para Pesquisa de Metástases com Tálio-201 ou com MIBI-99mTc
    • Cintilografia com Gálio-67
  • PET-CT

    Diretrizes de utilização: Procedimento 2014 ANS – Clique Aqui

    PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) é uma técnica que revela alterações do metabolismo celular em todo o corpo, através de uma pequena injeção de FDG – 18F, permitindo gerar informações únicas que nenhuma outra modalidade de imagens consegue.

    CT (Tomografia Computadorizada) utiliza o raio-x com a tecnologia computacional realizando imagens precisas, localização e forma de lesões de um órgão.

    A fusão das Imagens do PET e CT permitem um melhor diagnóstico com metabolismo celular integrado a anatomia de alta definição.

    É na oncologia que o impacto do PET/CT é mais visível e significativo. Dentre as principais indicações, destacamos as seguintes:

    Estadiamento tumoral – O PET/CT é um exame extremamente sensível na determinação da real extensão dos tumores. E por ser um exame que avalia o corpo inteiro, a procura de metástases é mais eficiente, mudando significativamente a conduta em grande parte dos pacientes e individualizando a escolha do tratamento.

    Monitoramento da terapia – Por conseguir medir o metabolismo dos tumores, é possível, através de um exame comparativo, avaliar se o tratamento escolhido está sendo eficaz, permitindo assim a mudança precoce na modalidade de tratamento, evitando os efeitos colaterais da terapia.

    Avaliação de recorrência/ recidiva – O PET/CT é o procedimento de imagem mais acurado na diferenciação entre recorrência e alterações pós-terapia. Além destas indicações, o PET/CT tem grande utilidade no planejamento da radioterapia, na escolha do melhor local para realizar uma biópsia, na graduação de lesões malignas, na determinação do prognóstico e sobrevida dos pacientes e em casos onde há dúvida sobre outros exames de imagem.